O MpB APOSTA POLA REDE TRANSFEMINISTA GALEGA, E DENÚNCIA A INSTITUCIONALIZAÇÂO DO MOVIMENTO LGBT DO PSOE E DO PP
Diante da hostilidade do movimento LGBT institucional da man do PSOE, coas suas entidades acólitas especializadas em reproducir as imagens estereotipadas que nada ajudam, nem questionam as barreiras que nos constrangem diariamente, as exclusões óbvias. E tendo agora também o desembarco do PP e os seus Colegas, o MpB apoia firmemente á Rede Transfeminista Galega na sua acção activista a prol da liberdade de ser e existir de cada quem.
Como disse na Rede Galega Transfeminista: “Falamos de transfeminismo para incluirmos todos os outros corpos e afectos dentro de uma luta feminista autónoma e anticapitalista, aqui estamos todas/todos contra o patriarcado, contra a exclusão binarista arcaica da dicotomia homem-mulher. No entanto, queremos lembrar que as ideias não são autocolantes que nos pomos como crachás, para seres Transfeminista primeiro terás que saber bem quais foram as lutas feministas, deconstruir-te frente à educação patriarcal, desaprender a programação binarista à que foche sujeitada/o. Não nos bastam as boas intenções, queremos ser autocriticas/os, queremos pôr em qüestião, queremos sementar em terras férteis, não queremos assunções superficiais, dentro deste transfeminismo como caminho, temos que construir realmente relações horizontais, nas que se redistribuam os poderes e saberes, as identidades, onde as outras e os outros não sejamos mas exóticas, não impliquemos um elemento de enfeito e cor que há que despregar”.