
A Situaçom de agrávio permanente e contínuo das mulheres empregadas de fogar tem que provocar uma luita urgente e sem cuartel contra a legislaçom vigente, contra o já conhecido Real Decreto 1424/1985 do 01 de agosto.
As mulheres empregadas de fogar ressisten uma relaçom laboral em real deterioro, e sem o máis mínimo amparo a nível Guvernativo, e que só voces como, singularmente, a da Asociación Xiara e outras ativistas como nommepisesofreghao e mulheres transgressoras deixam ás claras que em quase vintecinco anos forom as esquecidas do sistema laboral.
Hoje, com a presenza das mulheres imigrantes que estám no servizo doméstico em condiçons de perda salarial, e cuma cárrega horária excessiva, sobre todo as internas, a situaçom é provocadora duma acçom contundente.
A existência dos Contingentes Migratórios para o Serviço Doméstico, onde o “cupo” era administrado por ONGs, em Galiza tam só uma, fiz que mulheres latinoamericanas provintes de Ecuador, Rep. Dominicana, Colómbia, e Marrocos entrassem provistas do Visto (visado) e foram “despachadas” em fogares familiares sem o máis mínimo acompanhamento e mesmo, como já denunciarom algumas destas mulheres aos seus próprios Consulados, com ameaças de serem deportadas se nom trabalhavam bem, ou se falavam coas Cabeça de Família de melhoras salariais e laborais. Assim, desde a Oficina de Migraçom da CIG assistimos ás esperpênticas relaçons laborais, de estas mulheres que relatavam a jornada contínua, sem descanso diário e, de favor, semanal, às veces mensal, a indefenssom que provocava a ONG quem actuaba e actua de informante á Subdelegaçom de Governo, e polo tanto quem provocou e provocará que as mulheres máis conscientes, valentes e combativas sejam deportadas.
Em geral estas mulheres imigrantes dos Contingentes Migratórios estám a trabalhar em Casais de gente de nível económico alto ou meio-alto, e encontram em esta ONG a cúmplice necesária para ter uma escrava na sua morada.
Desejo que estas mulheres aginha sejan parte da Asociaçom Xiara, seguro que entom teremos máis controlo no sistema. Pois se o próprio sistema, a própria estrangeiria, é máis, o próprio Governante cria um procedimento onde se ningunea e asobalha às mulheres imigrantes a través duma ONG colaboradora para tal fim, nom é de facto como se o próprio Governante figera realmente o que a sua agência fai? Abondará com um cámbio necesário a nível legislativo?
Acredito que o trabalho debe ser dessenvolvido por entre todas as entidades asociativas e sindicais, e tras a análise da amnanese inicial chegar a uma proclama, pois semelha que se nom estaremos a emendar e nom a contribuir à melhora, por todas e todos, desexábel.